Atendo clientes maravilhosas aos quais sei que jamais me relacionarei. È o preço que se paga. Vivo no céu massageando mulheres maravilhosas. E no Inferno pois sou invisível a elas e jamais tornarei meus sonhos realidade. Esse é o meu Calvário.
*** *** ***
É engraçado pensar que além dos médicos eu sou o único homem "normal", além dos maridos é claro, a tocarem suas esposas. É como se detivesse certo poder.
sexta-feira, 2 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
Nas ruas escuras do Rio de Janeiro..
Após alguns fracassos em meus encontros virtuais, hoje conheci alguém bem legal. E do jeitinho que eu gosto: cabelo grande e gostoso de pegar, cheirosa e com voz bonita. Mas não focarei meu texto nela desta vez e sim comentarei de um belo "casal" que vi enquanto esperava o ônibus pra ir embora do shopping.
Eram duas meninas. Uma loirinha. E outra branca do cabelo preto. Ainda lembro de tudo.. os olhares.. que trocavam entre si. A sua interação. Elas simplesmente ignoravam todos à sua volta. Mantinham aquele interesse mútuo acima de tudo. A loirinha tinha o cabelo liso e estava de vestido. Vez por outra sua companheira tocava suas pernas.. e agarrava seu bumbum, era engraçado e gostoso assistir aquilo tudo. Ambas altamente femininas e seguras de si. A morena era baixinha e tinha uma tatuagem próximo a escápula esquerda, acho que era uma rosa.
Eram duas meninas. Uma loirinha. E outra branca do cabelo preto. Ainda lembro de tudo.. os olhares.. que trocavam entre si. A sua interação. Elas simplesmente ignoravam todos à sua volta. Mantinham aquele interesse mútuo acima de tudo. A loirinha tinha o cabelo liso e estava de vestido. Vez por outra sua companheira tocava suas pernas.. e agarrava seu bumbum, era engraçado e gostoso assistir aquilo tudo. Ambas altamente femininas e seguras de si. A morena era baixinha e tinha uma tatuagem próximo a escápula esquerda, acho que era uma rosa.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Que fim teve Daniela?
Muitas me perguntam que fim se deu ao maravilhoso texto que escrevi meses atrás sobre uma ilustre moradora de Jacarepaguá chamada Daniela.
Part. 1 e Part. 2
Pois bem.. Eu fui um completo idiota, confesso. E pus tudo a perder.
Hoje em dia não nos falamos mais, decisão minha. Ela está namorando, fiquei sabendo estes dias.
Bem, espero que esteja feliz! rs
Part. 1 e Part. 2
Pois bem.. Eu fui um completo idiota, confesso. E pus tudo a perder.
Hoje em dia não nos falamos mais, decisão minha. Ela está namorando, fiquei sabendo estes dias.
Bem, espero que esteja feliz! rs
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Encontro Inesquecível
Dia desses fui ao Nova América, shopping que eu adoro (por ser mais vazio que os demais) encontrar alguém que realmente valesse a pena perder meu Jô Onze e Meia na tv. E não é que me surpreendi mesmo?
Era uma noite de temperatura amena, tinha malhado pesado mais cedo e estava tentado a ficar em casa apenas relaxando. Mas ela queria me ver, me conhecer e finalmente eu cedi. Diferentemente das outras mulheres que encontrei até hoje, a Mônica além de mais velha tem um padrão de vida muito mais elevado que o meu, o que a princípio, gerou certo desconforto. Mas.. aquiesci e decidi ir.
Marcamos fora do shopping, afinal, por motivos de precaução gosto de manter uma distância segura antes de encontrar alguém. Afinal, nunca se sabe.. Já tive algumas surpresas bastante desagradáveis!
Mas ela já estava dentro do shopping parada justamente frente a Parmê, me contou pelo cel. Decidi ir pela Rua do Rio a fim de dar a volta.. e analisá-la de longe.. Mas ela teve a mesma ideia e a avistei na pilastra central da Rua do Rio. Super bem vestida, toda linda.. realmente.. aquela mulher não pertencia aquele lugar. Esta era Mônica - a mulher que cuidaria de mim pelo resto da noite. Aquele lugar estava bastante cheio. Alternativa dos jovens bonitos e descolados da zona norte do RJ.
Me aproximei.. ainda receoso.. "Mônica? - perguntei timidamente. Ela sorriu pra mim.. me abraçou e me beijou. Exatamente assim. Ainda tentei comentar alguma coisa, sei lá. Mas ela me interrompeu novamente e me beijou enquanto carinhava minhas costas e puxava meu corpo mais pra junto de si. Um sujeito alto na companhia de uma bela mulher em um local super movimentado chamaria bastante a atenção, só não imaginei que fosse tanta. Olhei ao meu redor e contei mentalmente obstinados voyeurs flertando conosco. Fiquei sem jeito, porém me senti ótimo por dentro!
Pigarrei enquanto sugeria que entrássemos na Parmê. Assim que ela olhou em outra direção, ajeitei rapidamente meu pau já duro dentro da calça. De mãos dadas entramos no ambiente.. ahh saudades daquele saboros cheiro de pizza.. Nossa! Mesmo com pouca fome não me fiz de rogado e saboreei aquela massa. Ainda mais levando em conta que como não sabia o que aconteceria no resto da noite, a massa me daria mais energia. Tudo uma questão puramente estratégica.
Sempre muito carinhosa Mônica tocava meus dedos sob a mesa.. conversamos.. falamos de nossas vidas.. Assim que saciamos nossa fome, sugeri sentar ao seu lado, ao que ela topou imediatamente. Sentamos um de frente para o outro e agora sem a mesa para nos separar e nos abraçamos. Ela usava uma blusa branca fina sob o casaco de uma marca famosa. Assim que a abracei rocei de leve a mão (sem querer) no seio direito. Apesar da rapidez, notei o quanto era macio. Ela estava sem sutiã. "Safada" - eu pensei. Sorrimos um para o outro.. aquele contato visual estava estabelecido - ela me queria.
Notei como Mônica se transformava com meus beijos. Ela gemia no meu ouvido, me lambia a orelha, me apertava. Os garçons sem muito serviço aquela hora da manhã, observavam surpresos aquela situação. Sugeri a Mônica que fossemos a seu carro, fugir dos olhares curiosos de outros humanos e darmos vazão a vontade que sentíamos um pelo outro.
Sabe Deus porque não entramos naquele carro que custava mais que a minha casa e a do vizinho juntas. Ficamos encostados nele. Ela levantava minha camisa passava a mão na minha barriga, realmente o pudor que ela já não tinha ficou ainda mais inexistente naquela noite. Tb não me fiz de rogado e apertei muito aquela mulher. Ela é a chamada falsa magra. Corpinho bom de pegar, cabelos grandes.. lisos e loiros. E toda bronzeada. Bastante gostosa.
Interrompemos um pouco as carícias para ela me presentear com um netbook. Não me fiz de rogado e assim que ela ficou de quatro no banco traseiro do carro - para pegar objeto encaixei atrás dela e disse que adorava aquela posição enquanto subia as mãos pelas suas costas. Alguns taxistas do shopping apreciavam a cena, lembro-me bem.
E logo voltamos aqueles beijos, aquelas carícias... levei minha mão a seu seio - sim eu não iria perder aquela oportunidade. Torci o biquinho por cima da blusinha mesmo, dei beijinhos por cima.. Tudo isso ali no estacionamento do shopping. Ela me chamava de safado, gostoso.. me mordia. Por vezes a Mônica passou a mão no meu pau, o pudor que ela não tinha, eu tinha. E algumas vezes a razão falou mais alto e tirei sua mão do Júnior. Nem sei quanto tempo ficamos naquela sacanagem toda! Mas em dado momento ela me disse ter de ir, pois tinha deixado suas filhas sozinhas em casa. Entrou no carro e antes que fechasse a porta, eu a beijei outra vez. Descarado passava as mãos no seios, sentindo de novo os biquinhos pequeninos durinhos. Ela também aproveito-se da situação deslizando a mão pelas minhas pernas, chegando até meu pau e o apertava. Eu em pé fora do carro e sentada no motorista. Confesso que por pouco não abri meu zíper liberando o garotão naquela boca deliciosa. FIz um esforço hercúleo para me segurar.
Ela se despediu.. prometendo novos encontros.
Orgulhoso acenei satisfeitíssimo por ter conhecido aquela mulher. Foi realmente maravilhoso.
Era uma noite de temperatura amena, tinha malhado pesado mais cedo e estava tentado a ficar em casa apenas relaxando. Mas ela queria me ver, me conhecer e finalmente eu cedi. Diferentemente das outras mulheres que encontrei até hoje, a Mônica além de mais velha tem um padrão de vida muito mais elevado que o meu, o que a princípio, gerou certo desconforto. Mas.. aquiesci e decidi ir.
Marcamos fora do shopping, afinal, por motivos de precaução gosto de manter uma distância segura antes de encontrar alguém. Afinal, nunca se sabe.. Já tive algumas surpresas bastante desagradáveis!
Mas ela já estava dentro do shopping parada justamente frente a Parmê, me contou pelo cel. Decidi ir pela Rua do Rio a fim de dar a volta.. e analisá-la de longe.. Mas ela teve a mesma ideia e a avistei na pilastra central da Rua do Rio. Super bem vestida, toda linda.. realmente.. aquela mulher não pertencia aquele lugar. Esta era Mônica - a mulher que cuidaria de mim pelo resto da noite. Aquele lugar estava bastante cheio. Alternativa dos jovens bonitos e descolados da zona norte do RJ.
Me aproximei.. ainda receoso.. "Mônica? - perguntei timidamente. Ela sorriu pra mim.. me abraçou e me beijou. Exatamente assim. Ainda tentei comentar alguma coisa, sei lá. Mas ela me interrompeu novamente e me beijou enquanto carinhava minhas costas e puxava meu corpo mais pra junto de si. Um sujeito alto na companhia de uma bela mulher em um local super movimentado chamaria bastante a atenção, só não imaginei que fosse tanta. Olhei ao meu redor e contei mentalmente obstinados voyeurs flertando conosco. Fiquei sem jeito, porém me senti ótimo por dentro!
Pigarrei enquanto sugeria que entrássemos na Parmê. Assim que ela olhou em outra direção, ajeitei rapidamente meu pau já duro dentro da calça. De mãos dadas entramos no ambiente.. ahh saudades daquele saboros cheiro de pizza.. Nossa! Mesmo com pouca fome não me fiz de rogado e saboreei aquela massa. Ainda mais levando em conta que como não sabia o que aconteceria no resto da noite, a massa me daria mais energia. Tudo uma questão puramente estratégica.
Sempre muito carinhosa Mônica tocava meus dedos sob a mesa.. conversamos.. falamos de nossas vidas.. Assim que saciamos nossa fome, sugeri sentar ao seu lado, ao que ela topou imediatamente. Sentamos um de frente para o outro e agora sem a mesa para nos separar e nos abraçamos. Ela usava uma blusa branca fina sob o casaco de uma marca famosa. Assim que a abracei rocei de leve a mão (sem querer) no seio direito. Apesar da rapidez, notei o quanto era macio. Ela estava sem sutiã. "Safada" - eu pensei. Sorrimos um para o outro.. aquele contato visual estava estabelecido - ela me queria.
Notei como Mônica se transformava com meus beijos. Ela gemia no meu ouvido, me lambia a orelha, me apertava. Os garçons sem muito serviço aquela hora da manhã, observavam surpresos aquela situação. Sugeri a Mônica que fossemos a seu carro, fugir dos olhares curiosos de outros humanos e darmos vazão a vontade que sentíamos um pelo outro.
Sabe Deus porque não entramos naquele carro que custava mais que a minha casa e a do vizinho juntas. Ficamos encostados nele. Ela levantava minha camisa passava a mão na minha barriga, realmente o pudor que ela já não tinha ficou ainda mais inexistente naquela noite. Tb não me fiz de rogado e apertei muito aquela mulher. Ela é a chamada falsa magra. Corpinho bom de pegar, cabelos grandes.. lisos e loiros. E toda bronzeada. Bastante gostosa.
Interrompemos um pouco as carícias para ela me presentear com um netbook. Não me fiz de rogado e assim que ela ficou de quatro no banco traseiro do carro - para pegar objeto encaixei atrás dela e disse que adorava aquela posição enquanto subia as mãos pelas suas costas. Alguns taxistas do shopping apreciavam a cena, lembro-me bem.
E logo voltamos aqueles beijos, aquelas carícias... levei minha mão a seu seio - sim eu não iria perder aquela oportunidade. Torci o biquinho por cima da blusinha mesmo, dei beijinhos por cima.. Tudo isso ali no estacionamento do shopping. Ela me chamava de safado, gostoso.. me mordia. Por vezes a Mônica passou a mão no meu pau, o pudor que ela não tinha, eu tinha. E algumas vezes a razão falou mais alto e tirei sua mão do Júnior. Nem sei quanto tempo ficamos naquela sacanagem toda! Mas em dado momento ela me disse ter de ir, pois tinha deixado suas filhas sozinhas em casa. Entrou no carro e antes que fechasse a porta, eu a beijei outra vez. Descarado passava as mãos no seios, sentindo de novo os biquinhos pequeninos durinhos. Ela também aproveito-se da situação deslizando a mão pelas minhas pernas, chegando até meu pau e o apertava. Eu em pé fora do carro e sentada no motorista. Confesso que por pouco não abri meu zíper liberando o garotão naquela boca deliciosa. FIz um esforço hercúleo para me segurar.
Ela se despediu.. prometendo novos encontros.
Orgulhoso acenei satisfeitíssimo por ter conhecido aquela mulher. Foi realmente maravilhoso.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Ahh minha sempre Bela.. Alyne.. part.2
Continuando...
Ante toda aquela tranquilidade dela me senti um pouco desconfortável. Pois note, eu ainda não sabia o que ela queria de fato ou se aquele era o momento certo de nos beijarmos. Todavia essa passividade dela tb tinha seu lado bom.. ela não recuou para a cadeira ao lado, ou me evitou excessivamente. Apenas me privava momentaneamente dos seus lábios. Era ela no fim, que estava ditando as regras daquele iminente beijo. Aquilo me deixava louco por dentro, afinal a vontade de sentí-la só aumentava com o passar do tempo.
Em dado momento eu recuei.. deixei ela retomar o fôlego. Curioso que eu nem tinha beijado-a ainda, mas.. já estava excitado e com o coração acelerado. Fiquei até envergonhado, como se fosse pecado sentir desejo por aquela mulher. Nossas conversas tinham rareado bastante, estávamos mais observadores e sorrindo marotamente como dois bobos. Demorei alguns segundos eternos para tentar beijá-la de novo, mas quando o caminho se pronunciou sem volta minha lentidão parou por ai. Não sei descrever em que momento rolou o beijo, pois em um minuto eu me aproximava dela.. e no outro já sentia sua respiração na minha.. e em seguida.. tocava levemente seus lábios com os meus. Eu só pensava em prolongar aquele momento o maior tempo que conseguisse. E eu gosto bastante disso; perdurar os bons momentos da vida. Mas eu não consegui muito, confesso. Ainda mais quando Alyne abriu levemente os lábios e encaixou-o nos meus. Me arrepiei. Aí meu filho.. nem que eu fosse o Padre Marcelo Rossi eu resistiria a tal tentação. Beijei.. ahhh e como beijei aquela pessoinha que até algumas semanas atrás jamais pensaria em conhecer. Eu ainda me mantinha consciente de tudo. Eu senti por exemplo.. quando ela tocou meu ombro.. e em seguida o meu rosto.. e quando aproximou mais seu corpo do meu durante o beijo, foi ali que ela perdeu a timidez. Eu percebia cada nuance dos movimentos dela e me deliciava com aquilo. É como se eu estivesse parado em pé ali observando aquele casal, consigo visualizar inteiramente nossos movimentos durante aquele primeiro e doce beijo.
Alyne nos interrompeu pra comentar sobre uma indesejada convidada na mesa ao lado que contava a todo pulmão suas peripécias sexuais a outras duas amigas. Eu fiquei um tanto quanto desapontado por minha cia ter percebido qualquer coisa ali além de mim. Afinal, eu estava inteiramente voltado a ela. Mas enfim.. vide Alyne estar nauseada por aquelas histórias decidimos sair dali. Me levantei primeiro e dei uma leve espreguiçada, ajeitei minha roupa e eis que Alyne surge.. cola o corpo no meu e me abraça.. toda carinhosa. E a platéia virtual diz em uníssono: "Ooooowwwwww".
Andamos de mãos dadas enquanto conversávamos.. Aquela espera tinha chegado ao fim e tudo tinha corrido muito bem. E isso era um alívio! Sentimento este, quebrado quando relembro quão difícil foi pousar a mão na sua cintura sem deixar-se levar pela lei da gravidade. Um dos pontos altos da noite foi aquele mal educado vestido que insistia em mostrar mais do que devia, nas palavras dela: "fica subindo toda hora" - e eu queria mais que subisse mesmo.
Nos distanciamos cada vez mais do shopping enquanto andávamos pelas ruas escuras de Madureira buscando o ponto de ônibus. Conversamos firulidades, ríamos.. E desta vez longe dos olhares curiosos pudemos nos soltar mais. E aproveitando-me disto a surpreendi tão logo ela se distraiu. Subi pelas costas.. beijando-lhe os ombros.. a puxando pela cintura de encontro a mim. Uma ereção se pronunciava então queria que ela sentisse desde o início como mexia comigo. Desta vez, não vi porque continuar sendo polido. Deslizei os lábios pelo pescoço até alcançar a nuca onde me dediquei com afinco. É.. eu estava a fim de deixar a menina maluca. Ela correspondeu positivamente.. soltando um gemido. Uma delícia! E logo ela se virou pra mim.. chega de ser dominada, não é mesmo Alyne? Vamos virar um pouco o jogo.. rs
Ela envolveu meu pescoço com seus braços.. e me mordeu a boca. Assim mesmo sem cerimônia. Com certeza a Loira estava bem à vontade. E aquele tecido fino do vestido me dava uma sensação sobremodo de como era macio aquele 1,68m de mulher. Alheios a qualquer perigo naquele local ermo seguíamos nos beijando e então Alyne me surpreendeu inclinando levemente o corpo para trás, me forçando a apoiá-la com meus braços. Meneei levemente a cabeça quando senti o quão próximas estavam nossas pelves. Que Maldade! - pensei. Minhas mãos passeavam pelas costas, como duas crianças correndo de um lado a outro em uma fazenda. Estava gostoso demais. A brincadeira só teve fim quando um motorista gritou algo como: "Que que isso, hein! em tom de galhofa. Nos contivemos. Ela ajeitou o vestido e mexeu no cabelo, Ele coçou a cabeça - ambos sem jeito, riram da situação.
Bem, com a libido normalizada abracei Alyne por trás esperando o ônibus que a levaria para longe de mim novamente. Era como se posássemos para uma foto invisível, ela com a cabeça levemente virada para o lado esquerdo apoiada sobre meu ombro, o cabelo dela arrumadinho caído sobre meu braço, nos aquecíamos naquele bairro tão cinza. Acompanhando minha Bela tb mantive minha cabeça inclinada a seu lado, meus braços ao redor dos seus e com aquela carinha que ela adora quando eu faço. Estávamos lindos. Gosto de relembrar aquela noite e tb gosto de manter esta última imagem em minha mente. Foi especial!
Ante toda aquela tranquilidade dela me senti um pouco desconfortável. Pois note, eu ainda não sabia o que ela queria de fato ou se aquele era o momento certo de nos beijarmos. Todavia essa passividade dela tb tinha seu lado bom.. ela não recuou para a cadeira ao lado, ou me evitou excessivamente. Apenas me privava momentaneamente dos seus lábios. Era ela no fim, que estava ditando as regras daquele iminente beijo. Aquilo me deixava louco por dentro, afinal a vontade de sentí-la só aumentava com o passar do tempo.
Em dado momento eu recuei.. deixei ela retomar o fôlego. Curioso que eu nem tinha beijado-a ainda, mas.. já estava excitado e com o coração acelerado. Fiquei até envergonhado, como se fosse pecado sentir desejo por aquela mulher. Nossas conversas tinham rareado bastante, estávamos mais observadores e sorrindo marotamente como dois bobos. Demorei alguns segundos eternos para tentar beijá-la de novo, mas quando o caminho se pronunciou sem volta minha lentidão parou por ai. Não sei descrever em que momento rolou o beijo, pois em um minuto eu me aproximava dela.. e no outro já sentia sua respiração na minha.. e em seguida.. tocava levemente seus lábios com os meus. Eu só pensava em prolongar aquele momento o maior tempo que conseguisse. E eu gosto bastante disso; perdurar os bons momentos da vida. Mas eu não consegui muito, confesso. Ainda mais quando Alyne abriu levemente os lábios e encaixou-o nos meus. Me arrepiei. Aí meu filho.. nem que eu fosse o Padre Marcelo Rossi eu resistiria a tal tentação. Beijei.. ahhh e como beijei aquela pessoinha que até algumas semanas atrás jamais pensaria em conhecer. Eu ainda me mantinha consciente de tudo. Eu senti por exemplo.. quando ela tocou meu ombro.. e em seguida o meu rosto.. e quando aproximou mais seu corpo do meu durante o beijo, foi ali que ela perdeu a timidez. Eu percebia cada nuance dos movimentos dela e me deliciava com aquilo. É como se eu estivesse parado em pé ali observando aquele casal, consigo visualizar inteiramente nossos movimentos durante aquele primeiro e doce beijo.
Alyne nos interrompeu pra comentar sobre uma indesejada convidada na mesa ao lado que contava a todo pulmão suas peripécias sexuais a outras duas amigas. Eu fiquei um tanto quanto desapontado por minha cia ter percebido qualquer coisa ali além de mim. Afinal, eu estava inteiramente voltado a ela. Mas enfim.. vide Alyne estar nauseada por aquelas histórias decidimos sair dali. Me levantei primeiro e dei uma leve espreguiçada, ajeitei minha roupa e eis que Alyne surge.. cola o corpo no meu e me abraça.. toda carinhosa. E a platéia virtual diz em uníssono: "Ooooowwwwww".
Andamos de mãos dadas enquanto conversávamos.. Aquela espera tinha chegado ao fim e tudo tinha corrido muito bem. E isso era um alívio! Sentimento este, quebrado quando relembro quão difícil foi pousar a mão na sua cintura sem deixar-se levar pela lei da gravidade. Um dos pontos altos da noite foi aquele mal educado vestido que insistia em mostrar mais do que devia, nas palavras dela: "fica subindo toda hora" - e eu queria mais que subisse mesmo.
Nos distanciamos cada vez mais do shopping enquanto andávamos pelas ruas escuras de Madureira buscando o ponto de ônibus. Conversamos firulidades, ríamos.. E desta vez longe dos olhares curiosos pudemos nos soltar mais. E aproveitando-me disto a surpreendi tão logo ela se distraiu. Subi pelas costas.. beijando-lhe os ombros.. a puxando pela cintura de encontro a mim. Uma ereção se pronunciava então queria que ela sentisse desde o início como mexia comigo. Desta vez, não vi porque continuar sendo polido. Deslizei os lábios pelo pescoço até alcançar a nuca onde me dediquei com afinco. É.. eu estava a fim de deixar a menina maluca. Ela correspondeu positivamente.. soltando um gemido. Uma delícia! E logo ela se virou pra mim.. chega de ser dominada, não é mesmo Alyne? Vamos virar um pouco o jogo.. rs
Ela envolveu meu pescoço com seus braços.. e me mordeu a boca. Assim mesmo sem cerimônia. Com certeza a Loira estava bem à vontade. E aquele tecido fino do vestido me dava uma sensação sobremodo de como era macio aquele 1,68m de mulher. Alheios a qualquer perigo naquele local ermo seguíamos nos beijando e então Alyne me surpreendeu inclinando levemente o corpo para trás, me forçando a apoiá-la com meus braços. Meneei levemente a cabeça quando senti o quão próximas estavam nossas pelves. Que Maldade! - pensei. Minhas mãos passeavam pelas costas, como duas crianças correndo de um lado a outro em uma fazenda. Estava gostoso demais. A brincadeira só teve fim quando um motorista gritou algo como: "Que que isso, hein! em tom de galhofa. Nos contivemos. Ela ajeitou o vestido e mexeu no cabelo, Ele coçou a cabeça - ambos sem jeito, riram da situação.
Bem, com a libido normalizada abracei Alyne por trás esperando o ônibus que a levaria para longe de mim novamente. Era como se posássemos para uma foto invisível, ela com a cabeça levemente virada para o lado esquerdo apoiada sobre meu ombro, o cabelo dela arrumadinho caído sobre meu braço, nos aquecíamos naquele bairro tão cinza. Acompanhando minha Bela tb mantive minha cabeça inclinada a seu lado, meus braços ao redor dos seus e com aquela carinha que ela adora quando eu faço. Estávamos lindos. Gosto de relembrar aquela noite e tb gosto de manter esta última imagem em minha mente. Foi especial!
terça-feira, 18 de outubro de 2011
A Ninfomaníaca do Flamengo
É meus caros.. depois da Alyne meus encontros se provariam infrutíferos. Pois nem amizade restaria. Todavia, tive de abrir um espaço aqui dedicado a um destes encontros. Não conheci a original, mas conheci uma perfeita sósia da Bruna Surfistinha em um desses finais de semana que vc joga tudo pro alto em nome da monotonia.
Uma coisa que sempre observarei nesses encontros é o fato das diferença presentes entre o contato virtual e o real. Nos meus mais valorosos encontros não há diferença, eu percebo. É como se as pessoas transpusessem esses níveis de modo super natural. E em outros, as pessoas são e continuam sendo estranhas. Notei Juliana mais apreensiva em todo o caminho. E em nossas curtas conversas já dava pra decidir o futuro daquele encontro.. Caralho, que voz feia, nossa mãe! - eu pensava enquanto caminhávamos. E logo o atributo que mais valorizo em uma mulher. Os nordestinos que me perdoem, mas antes que ela comentasse sobre suas origens eu já tive uma boa ideia. Morava no Flamengo há 4 anos e ainda não tinha perdido aquele sotaque e jeito arrastado de falar. O que já estava tornando o papo por si só meio maçante. Mas vá lá.. eu poderia estar sendo muito exigente.. decidi dar uma chance a menina.
No caminho, eu já estava a pensar em alguns tópicos polêmicos para comentar com Jujuba, ainda mais sabendo do seu jeito "tenho resposta pra tudo". E lá estava eu.. passando em frente a um Clube Náutico que separavam os bairros de Botafogo e Urca desenvolvendo sobre a poluição das praias cariocas, assunto que sempre me intrigou, problema que remotava a um passado distante.. com a implantação do chamado emissário submarino pelo Governo. Uma ideia tão inteligente quando cuspir na cara do seu vizinho bombado. E eis o comentário dela: "È aqui que as pessoas guardam os barcos delas!" - apontado alguns barquinhos sob a água no Clube. E eu que nem tinha ouvido o comentário dela: "É um absurdo que.. - pra em seguida assimilar o frase: "Que que vc falou Juliana?" Não era preciso ser burro pra perceber o quanto ela estava dispersa.. e eu em vã tentativa.. de trazê-la ao presente, comentei sobre os assuntos que tínhamos no msn.. todo aquele papo cabeça e etc.. E antes que pudesse continuar passamos em frente a uma batida policial e agora fui eu o disperso.. vendo alguns carros importados parados com aqueles condutores com idade para serem meus filhos sem habilitação dando mil e uma desculpas aos policiais. E eis que Juliana solta o famoso: "Eles tão ai só pra pegar dinheiro!" Clichê este que eu odeio. Ainda mais quando observei a situação por inteiro, logo os policiais estavam certos. Eu cheguei a encolher meus ombros e colocar a cabeça de lado ao ouvir esse comentário pérfido da minha cia, acho que até coçei meu braço pra não polemizar ainda mais o assunto. Mas ao menos lá estava aquela mocinha crítica do msn, já era alguma coisa.
E então.. quando sentamos em um local ermo ali na Urca deixei Juliana se mostrar mais.. E ela o fez. Esquecendo-se de cruzar as pernas quando sentou sobre um muro de vestido. Eu tb ouvi sobre gírias que jamais conheceria na vida se não fosse por ela. Ouvi sobre suas transas, ouvi reflexões sobre sexo casual, amizade colorida e bem.. ouvi mais sobre suas transas tb. E ela toda detalhista, é bom ressaltar. Engraçado quando ela citou uma frase: Você pode achar que eu sou puta, mas.. Realmente.. Eu jamais pensaria isto dela. Não mesmo! E continuou falando.. falando.. daí quis saber das minhas transas.. e percebi pela sua postura corporal (ela estava me rodeando) que realmente ela estava buscando uma aproximação, provavelmente me deixar excitado com o assunto ao ponto de agarrá-la ali mesmo. Afinal.. como ela mesma me disse, foi o fator preponderante que levou as suas últimas transas - a excitação provocadas nos outros caras.
Provavelmente achando que lidava com um amador, pois tentou sem sucesso buscar uma maior aproximação comigo. Deveria estar achando que eu era a presa ali a ser devorada. Aguçei ainda mais o instinto dela contando que tinha tido apenas uma transa.. que não fazia sexo há três anos em virtude do meu celibato Budista, as histórias mais nosense que vcs podem imaginar. E pasmem, ela caiu! Ai Deus.. E eu adorei usar 100% da minha verve criativa naquele noite. Gesticulava, ria, arregalava os olhos, tudo pra ela acreditar na minha estória. E funcionou. Só faltou no fim ela me "deixar comê-la" em retribuição a meus três anos sem sexo. Ela me controu sobre seus fiascos sexuais tb, o que me levou a pensar as outras mulheres que tb fazem o mesmo com caras ruins na cama ou com membros que não condizem com seu Ego. Curioso isto.
Eu me julgava liberal até conhecer Jujuba, mas ouvindo todas suas histórias, eu confesso, estava errado. Não sou tão liberal assim. E realmente não acho normal transar com três pessoas diferentes na mesma semana aos quais vc só viu uma vez na vida.
Este encontro que mais se aproximou do que eu tive com Clarisse meses atrás (a menina esquizofrênica que conheci no chat do UOL). Aquela sim deixava qualquer menina estranha no chinelo.
Assim que tive uma brecha, simulei um compromisso qualquer e me despedi de Juliana - com um beijo no rosto. E não mais falamos depois deste dia.
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