Continuando..
Pensamento este desfeito assim que ela levantou-se dizendo que não gostava muito de roupas. E tirou o vestido ficando só de calcinha. Assim mesmo, com aquela naturalidade ímpar. A sua tatuagem nas costas se destacava ainda mais banhada apenas com a luz vinda do pc. Estava linda!Eu sorri, sem ação. Nunca tinha passado tal situação antes. Com maestria ela tirou minhas roupas tão rápido quanto tirou as suas e fez menção de vir para cima de mim e começou a me beijar sofregamente. Foi uma delícia.. quando dei por mim, estava em cima dela.. beijando todo aquele belo corpo, não me detive muito no sexo oral, acho que ela tb estava mais interessada na ação em si. A cada roçada que meu corpo nu dava no dela, Daniela estremecia.. perdia as forças.. não demorou muito para sentir seu corpo acomodando meu membro rijo.. ela ergueu-se tirando-o dentro dela.. comentava que eu deveria por a camisinha, eu assenti. Apoiei-me sobre ela tentando alcançar o pacote de camisinha em cima, fiz propositalmente sabendo que isso forçaria meu corpo contra o seu. Daniela.. gemia.. gemia.. as mãos me apertando as coxas.. olhei para baixo.. percebi que já estava metade dentro dela, eu o movimentava devagar e sorria, sabendo exatamente o que estava fazendo.
Ela se levantou rapidamente.. ficando de joelhos.. empinando o bumbum.. me convidando a juntar-me a ela. E eu o fiz. Metemos gostoso naquele posição, mas minhas pernas começaram a doer.. é.. a vida sem sexo tinha me cobrado o preço da não-resistência. Então me deitei.. cheguei meu corpo para trás.. me acomodando naquele macio sofá.
E ela ainda ousou em comentar: !Olha Matheus eu estou um pouco destreinada e.." Caralho, que mentirosa.. Na verdade, foi a melhor chupada de toda minha vida, frase esta que eu fiz questão de cunhar ao final daquele maravilhoso oral. Senti cada centímetro do meu pau entrando e saindo daquela boca tão macia.. e ela me olhava.. pedindo mais.. me lambia.. me babou inteirinho. Lambia meu saco, arranhava minha barriga e me empunhetava. Invejável aquela perfomance. Só interrompemos aquela brincadeirinha quando alguém bateu à porta nos assustando.
Daniela se vestiu com um roupão branco e correu rumo a porta, ao mesmo tempo em que amarrava os laços à cintura. Logo, sumiu de minha visão. Eu até pensei em espreitar quem era tal pessoa, mas sem forças nas pernas fiquei deitado (isso sem falar no receio de ser descoberto). Passando algum tempo descobri que era seu filho, Ricardo, querendo dormir com a mamãe. Ela claro, o dispensou, de certo querendo meter comigo a noite inteirinha - o que se concretizou!
Quando retornou não aparentava mais a timidez de outrora. Estava mais segura. Trocamos olhares e carícias.. todas essas linguagens não verbais que fazem toda a diferença em um relacionamento. Comemos alguns biscoitos saciando a nossa eventual fome. Lanche das crianças. - ela comentou. assim que eu acabei com o primeiro pacote de biscoito. Ela pegou um álbum de desenhos seus e aninhou-se em meus braços me mostrando sua coletânea de desenhos ao que contava a história de criação de cada um. Super talentosa! Ela me deixou escolher algum, mas não quis separá-lo dos demais. Achei uma desonra. Nos beijamos e ela foi tomar seu banho.
Lembro que não me furtei de agarrá-la algumas vezes, antes de eu próprio ir para o banho. Ouvia ao fundo ela dizendo que não tinha água quente e talz. Eu mesmo não achei que estava tão gélida aquela água. Foi como se jogassem dezenas pedras de gelo nas minhas costas. Dei alguns gritos (previamente avisados a Daniela, para não se assustar). Lavado e limpo me enrolei na toalha enquanto blasfemava ao vento. Vesti uma camisa e logo pulei na cama convidando a dona a se juntar a mim.
Poderia ser apenas mais uma transa.. como as muitas que tive. Ou eu confundir o tesão com sentimento. Mas dessa fez foi tudo bem claro.. Estávamos apaixonados um pelo outro, uma forte ligação nos unia e naquele momento juntos mais uma vez nos completávamos. Eu não me recordava da última vez que vivi algo tão sublime.
Saciados parcialmente, bebemos água.. ela se levantou e foi ao banho. Não me fiz de rogado e segundos depois.. a surpreendi de costas no box. E assim fizemos amor. Não lembrava de ereções tão bem vindas quanto aquelas. Assim que a deixei em nosso quarto, fui comer mais alguma coisa. E no caminho para o banheiro fiquei pensando na vida.. enquanto escovava os dentes. E ao olhar para os meus pés vejo uma filhote de aranha caranguejeira. Quase tive um treco, ao xingar sujei o vidro do banheiro com pasta. Joguei as escovas de dente na pia e com aquele mesmo pote peguei a aranha. Pensei rápido! Eu não ia conseguir dormir se aquele bicho escapasse pela casa. Levei longos minutos decidindo se jogava aquele ser asqueroso no vaso sanitário ou pela janela. Eu sei que me sentiria culpado depois mas joguei pela janela do banheiro poupando-o de um destino mortal.
"Já dormiu amor?" - Perguntei enquanto entrava embaixo daquele macio edredon. "Estava esperando você." - foi a resposta. E lá estávamos nos beijando.. entregues a outra sessão interminável de carinho. Outra vez Daniela me presenteou com toda aquela habilidade oral - com um adicional - enquanto me chupava roçava seu sexo na minha perna.. próximo ao joelho.. toda melada.. e sorria.. pra mim.. e tornava a me engolir todinho. Antes que eu pudesse dizer outra sacanagem, ela levantou o corpo e sentou em cima de mim.. de uma vez só. Eu só fiz jogar a cabeça pra trás.. e gemer gostoso. Aquela mulher estava me matando de prazer! Até esquecemos da camisinha essa altura do campeonato.. lembro que tive um orgasmo homérico.. cai sem forças de barriga pra cima na cama.. enquanto gozava na minha própria barriga. Lembro que ela ficou ao meu lado de joelhos.. e ficou passando seus dedo na minha barriga, molhando-os, levou dois ou três a boca, não me recordo. E continuou analisando meu esperma como se fosse alguma coisa raríssima. Eu só sorria.. nem consegui perguntar nada, confesso.
Pensando mais sobre aquela noite, lembro que não trocamos juras de amor em momento algum, mas nosso olhares denunciavam que algo especial nascia ali. Nossa química foi imediata e entre um suspiro e outro percebíamos que o quarto clareava.. com os primeiros e tímidos raios de Sol. Adormecemos.. unidos, conectados.
A manhã seguinte foi maravilhosa! Saber que tudo aquilo não tinha passara de um sonho. Aquela caminha gostosa.. macia.. eu ainda tinha fôlego para mais brincadeiras. Mas pelos ecos.. os filhos de Daniela tinham acordado e já corriam no andar superior sobre nossas cabeças. A beijei e fui tomar meu banho. Agachado, é claro. O voz do mais velho parecia estar bem próxima. Eu nem me importava mais com a água gelada. Até sorria. E isso é algo nunca antes visto por quem me conhece.
Me despedi... prometendo novos encontros.. e novas emoções também. E o melhor Daniela soube como manter aquele clima assaz aprazível em todo o tempo que estive por lá.
Nota do Autor:
Cada texto meu tem um nível de importância, entretanto, tenho de reconhecer que este encontro foi o mais gratificante que tive até hoje - sem dúvidas.
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adoreeeeeeei! e acho que to lendo mt seu blog, rs. mal acordei e já abri ele aqui ... imagino cada cena... to adorando... bj Irene
ResponderExcluirAcho interessante como você sabe usar bem as palavras. Amei o texto.
ResponderExcluir*-*